domingo, 5 de setembro de 2010

That's amore!


O que é o amor?

Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

Respostas:

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos” - Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite” - Rebecca, 8 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” - Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo” - Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente” - Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” - Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele” - Danny, 6 anos

“Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta” -Bobby, 5 anos

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka 6 anos.

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” - Samantha , 7 anos

“Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois” - Jenny, 4 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” - Chris, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo” -Cindy, 8 anos

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo” - Jessica, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não” - Patty, 8 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” - Mary Ann, 4 anos

“Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor” - Max, 5 anos”.

domingo, 29 de agosto de 2010

Pérolas geniais de Charles Bukowski



O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece.

As mulheres geralmente se entregam ao mais imbecil que elas conseguem encontrar; é por isso que a raça humana está na posição que ela se encontra hoje: Nós criamos os espertos e duradouros Casanovas, completamente ocos por dentro, como os coelhinho de Páscoa de chocolate que nós empurramos boca abaixo das nossas pobres crianças.

A diferença entre democracia e ditadura é que, numa, primeiro a gente vota e depois cumpre ordens, ao passo que na outra não é preciso perder tempo com eleições. Nunca tive o menor interesse por onde vai a coisa. Mas existem bandidos e mocinhos? Quem sempre diga a verdade e quem nunca minta? Não existem bons ou maus governos. O que existem são apenas governos ruins e outros piores ainda. Não sei quanto às outras pessoas, mas quando me abaixo para colocar os sapatos de manhã, penso, Deus Poderoso, o que mais agora?

De fato, hoje o mundo é dos heróis, dos fashions, dos campeões em tudo. Já não é mais nem narcisismo, é puro fascismo. Ninguém admite a derrota, a falta, o simples humano. Que jogo sujo é esse? Há como fugir disso? Não há fuga, ação ou falta de ação. Temos apenas que nos considerar como uma derrota: qualquer lance no tabuleiro leva a um cheque-mate. No entanto acho cho que a multidão, aquela multidão, a Humanidade, que sempre foi difícil pra mim, aquela multidão está tendo o que merece. Afinal de contas, quem perde ou quem ganha alguma coisa?

Atualmente vivemos nesse universo globalizado, informatizado e performático. O mundo da informação. Um autismo teleguiado, um acúmulo de palavras vazias, cabeças com cérebros vitaminados e merda escorrendo dos ouvidos. Será que chegamos finalmente à sabedoria? O conhecimento que não se realiza é pior que a ausência total de conhecimento. Porque se você esta chutando e a coisa não funciona você pode dizer apenas, merda, os deuses estão contra mim. Mas se você sabe e a coisa não dá em nada você se adentra no sótão de sua mente e passa a percorrer para cima e para baixo obscuros corredores e a imaginar. Isso não é nada saudável, acaba resultando em noites desagradáveis, muita bebida e na máquina de triturar.

domingo, 8 de agosto de 2010

Pensamentos inquietos


"Quem procura não acha. É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado." Caio Fernando Abreu.

Refletindo sobre essa quote, fiquei pensando em uma incógnita que se instaurou em minha cabeça recentemente. Se o mestre de fato tem razão, o que deveríamos fazer quando encontramos algo ou alguém interessantíssimo, mas improvável? Devemos simplesmente deixar passar?

Aqui estou, estagnada, inerte e parcialmente sem grandes expectativas. Assim sendo, distraída e sem esperar absolutamente nada. E é nesse estado de espírito que as surpresas tendem a aparecer, certo? Errado? Enfim, a minha resposta é tão incerta quanto à própria pergunta: nem certo nem errado, relativo.

Há momentos em que mesmo não estando distraídos, isto é, desesperados à procura de algo ou alguém, somos surpreendidos pelo tão misterioso destino. E por destino entenda-se inexplicável coincidência. No entanto, o grande clichê que é reiterado pelo fodalhão Caio Fernando Abreu prega, em suma, que só quando estamos com o foda-se ligado que as boas oportunidades surgem. Eu acho isso uma babaquice reconfortante. Tal como a religião, assim posso dizer.

A grande verdade, a meu ver, é: Toda babaquice reconfortante conquista, então quase que instantaneamente fazem sucesso e se transformam em verdades absolutas. É o que, feliz ou infelizmente, ocorreu com essa quote.

Basicamente todos os clichês são grandes mentiras tranqüilizadoras, por isso ficamos tão romanticamente apegados a eles, pois, estando o nosso universo pessoal um caos, são os clichês os responsáveis por nos manter ilusoriamente sãos. E como não querer ter um pouco de paz em meio à guerra particular?

Voltando ao que me trouxe aqui hoje: Qual posicionamento tomar quando somos surpreendidos por uma maçã de Eva? O correto seria ceder à curiosidade, mordendo a maçã a fim de sentir seu proibido sabor? Ou não, de modo que a razão/moral deveria impedir essa fase de breve luxúria e curiosidade, agindo da maneira "correta", ou seja, rejeitando o prazer possivelmente efêmero e improvável?

O que eu, Isadora, irei saber... Dizem por aí que aos dezoito anos estamos sujeitos a errar bastante, praticamente incessantemente. Contudo, isso pode ser tido como um clichê, sendo, então, mais uma mentira tranqüilizadora? Porque se formos parar para analisar essa ideia cambriana, concluiremos que ela foi passada de geração a geração como justificativa para as burrices cometidas pelos adolescentes de todo o mundo.

Sou completamente contra essa ideia de que por sermos adolescentes temos álibi para sermos inconsequentes. Os hormônios não devem tomar o espaço da razão a todo santo momento. Não é porque estamos na tal da flor da idade que temos que ser porras-loucas sedentos por prazer. Se fosse assim, não haveria grandes diferenças entre nós e o restante dos mamíferos.

Nascer, crescer, atingir maturidade sexual, procriar e morrer. É ESSE o ciclo banal a que devemos nos sujeitar? Obviamente, não. Nós temos um elemento X fundamental que o restante dos mamíferos não tem: Consciência, razão, bom senso ou o que você quiser entender como possibilidade de reflexão.

Desse modo, ser adolescente não implica em ser um mero mamífero oco. Para alguns, vale salientar, isso pode ser válido, mas ter isso como uma verdade incontestável é se acomodar nesse clichê que reduz a nós, jovens adolescentes, a crianças com muitos hormônios sexuais e pouca capacidade de reflexão.

É a partir desse tão comentado por mim clichê que emerge o notório estereótipo do adolescente: Pessoa movida por vontades efêmeras, sendo elas geralmente burras, além de ser inconsequente, barulhento e nunca, NUNCA ter razão em nada. Assim como o machismo e o racismo, essa visão reducionista e preconceituosa acerca dos jovens provoca em mim uma sensação de raiva e desgosto.

Bom, queridos leitores e árduos críticos, eu procuro fazer a minha parte, adotando uma postura interessante não só para mim, mas para o mundo em que me meteram sem pedir qualquer consentimento. Vim pra cá não sei pra quê, mas já que vim que não seja em vão. Há quem diga que sou uma eterna idealista, uma sonhadora, inclusive acusam-me, erroneamente, de usar essa maneira "diferente" de refletir para autopromoção (eternas interrogações pro pessoal que pensa assim), mas não acredito que pensar de maneira diferente da escolhida, consciente ou inconscientemente, pela grande maioria das pessoas seja idealizar. Quando a maneira que penso tem consistência, ela passa a ser tida como realista.

Creio que se não nos propormos a pensar o mundo da nossa maneira, seremos meros fantoches de outro alguém que provavelmente usa seu cérebro para algum ideal, seja ele belo ou não. Normalmente, quem usa sua sabedoria para manipular semelhantes como fantoches não tem lá intenções muito altruístas.

Abra os olhos, os ouvidos, a boca, mas não fique imóvel como estátua, ou dançando a música de outro alguém.

Um beijo e um abraço, Isadora, atualmente insone e com muita dor de cabeça.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Adaptando-me à tal da modernidade


A Internet tem um poder acalentador muito forte, justamente pelo fato de ela nos distrair da solidão. Ademais, fico pensando no quanto ela contribuiu para o fortalecimento dos laços intersociais nos dias atuais. Existe uma massa predominante debatendo que ela foi um fator que auxiliou bastante no isolamento das pessoas, uma vez que elas passam a conviver menos com os outros semelhantes e mais com a máquina cibernética. E eu discordo veementemente!

Sim, ela contribui para o isolamento dos indivíduos, mas deve ficar bem claro que esse isolamento é extremamente relativo, visto que a pessoa pode estar em frente ao computador mantendo contato indireto com outra(s) pessoa(s). Contudo, indireto ou não, não deixa de ser uma forma de se relacionar com outrem. Logo, o equilíbrio entre a vida virtual e a vida real é que qualifica o isolamento como sendo preocupante ou relativo.

O uso da Internet, assim como o uso de qualquer coisa, deve ser moderado para que seja saudável. E a moderação vai, obviamente, de cada pessoa. Cada qual com seu limite! É importante salientar que cada um deve se policiar no sentido de ficar atento a essa linha tênue que separa o saudável do preocupante.

Os xiitas cibernéticos sim podem ser citados como exemplos clássicos de vítimas do isolamento devido ao uso abusivo da Internet. Faço questão de reiterar: os excessos foram, são e sempre serão prejudiciais! Uma pessoa que prefere se relacionar com as demais SOMENTE pela Internet, claramente tem probleminhas de relacionamento que devem receber atenção de especialistas. Isso, meus caros leitores, é um fato.

Em suma, o importante a ser ressaltado é que os pais devem ficar atentos à exposição de seus filhos ao computador e também às inúmeras tecnologias que vêm sendo lançadas a todo segundo! Preocupo-me sinceramente quando vejo minhas primas de menos de 15 anos criando perfis em sites de relacionamentos, andando por aí com Iphones/Ifuckingwhatever’s e se orgulhando disso. Para mim, é o fim da picada.

É a partir desse apego exacerbado às mais modernas invenções que ascende o materialismo, que, cai entre nós, só auxilia o pessoal que está por trás, não nós, meros consumidores imbecilizados. Nossas crianças não podem se orgulhar e se sentir superiores porque têm acesso aos celulares que apresentem mais opções criativas de entretenimento. NÃO!

Talvez eu seja uma pessoa demasiadamente arcaica, mas eu sou contra o acesso precoce à tecnologia. Inclusive, a minha geração já trazia um pouco do que podemos observar hoje, isto é, crianças contendo celulares e acessando “Orkut’s” da vida, achando, cegamente, um máximo! Ei, alô, alô, marcianos: a infância tem a ver com a inocência, com a atração instantânea pelo que é simples, não pelo que é inacreditavelmente complicado.

Eu não sei vocês, colegas de geração, mas eu não vou deixar meus filhos terem uma infância materialista e precoce. Não mesmo! Portanto, defendo que vocês tomem consciência do quanto a infância foi banalizada nos dias atuais e tentem resguardar o que havia de belo nesse período, que é, por sua vez, a sua essência.


Isadora C.

domingo, 11 de julho de 2010

Lista de músicas fantásticas!


Franz Ferdinand - Take Me Out
Franz Ferdinand - This Fire
The Kooks - I Want You Back
The Kooks - I Already Miss You
The Kooks - Always Where I Need To Be
The Caesars - Jerk It Out
The Doors - Whiskey Bar
The Doors - Roadhouse Blues
The Kills - Cheap and Cheerful
The Kills - Sour Cherry
The Kills - No Wow
The Strokes - 1251
The Strokes - Reptilia
Arctic Monkeys - Mardy Bum
Arctic Monkeys - A Certain Romance
Arctic Monkeys - Dance Little Liar
Oasis - Don't Go Away
Oasis - Married With Children
Oasis - Supersonic
Radiohead - I might be wrong
Radiohead - Romeo and Juliet
Radiohead - Karma Police
Radiohead - Paranoid Android
Kings Of Leon - 17
Kings Of Leon - California Waiting
Led Zeppelin - Tangerine
Led Zeppelin - Dazed and Confused
Beirut - The Canals Of Our City
Blues Brothers - Sweet Home Chicago
Cat Power - Fool
Cat Power - Free
Coldplay - Things I Don't Understand
Cream - I Feel Free
Cream - White Room
The Beatles - I am The Walrus
Trilha sonora do filme Chicago - And All That Jazz, por Catherine Zeta-Jones
Devendra Banhart - Carmensita
Devendra Banhart - I Do Dig a Certain Girl
Devendra Banhart - Little Yellow Spider
Eddie Vedder - Into The Wild - Long Nights
Eric Clapton - Layla
Eric Clapton - Wonderful Tonight
James Blunt - Wiseman
James Morrison feat. Nelly Furtado - Broken Strings
John Lennon - I'm Losing You
Nancy Sinatra - Bang Bang (My Baby Shot Me Down)
Nancy Sinatra - Sugar Town
Little Richard - Lucille
Little Joy - The Next Time Around
Los Hermanos - Lisbela
Los Hermanos - Primavera
Los Hermanos - Último Romance
Lynyrd Skynyrd - Black Betty
Lynyrd Skynyrd - Sweet Home Alabama
Maroon 5 - She Will Be Loved
Maysa Matarazzo - Demais
Maria Rita - Veja Bem, meu bem
Neil Young - Old Man
Neil Young - Horse With No Name
Rolling Stones - Miss You
Rolling Stones - Paint it Black
Rolling Stones - Gimme Shelter
Rolling Stones - Drift Away
The Beatles - Black Bird
The Beatles - Come Together
The Beatles - Get Back
The Beatles - Revolution
The Beatles - Strawberry Fields Forever
The Beatles - Tomorrow Never Knows
The Verve - Love is Noise
The Verve - Lucky Man
The Verve - Photograph
The Verve - Freshman
The White Stripes - In The Cold Cold Night
The White Stripes - Blue Orchid
The White Stripes - Fell in Love With a Girl
The White Stripes - Conquest
The White Stripes - Dead Leaves and the Dirty Ground
The White Stripes - Pain
The Who - Baba O'Reilly
The Who - My Generation
The Who - The Seeker
The XX - Crystalised

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Fodão merda!



Há alguns minutos, assisti a um episódio do programa "Saia Justa", da GNT, em que o debate em questão era sobre fodões merda. Mas quem seriam esses? Bom, a definição para esse conceito tão esdrúxulo é tão babaca quanto o nome em si, pois se refere àqueles seres arrogantes e prepotentes por natureza, que para se sentirem grandes, tornam menores todos que o rodeiam, quando na verdade eles são apenas pessoas inseguras e insignificantes mascaradas nessa suposta superioridade.

É o que conhecemos popularmente como Complexo de Superioridade. Para escrever um texto bacana, fiz questão de fazer meu dever de casa, pesquisando sobre esse tema tão constante na vida de todos nós, meros mortais, que somos constantemente expostos ao contato, infeliz, diga-se de passagem, com esses fodões merda. Segundo a Wikipédia, mãe dos burros, temos:

"Aqueles que manifestam o complexo de superioridade geralmente projetam seus sentimentos de inferioridade nos outros que percebem como seus inferiores, possivelmente pelas mesmas razões pelas quais podem ter sido colocados em ostracismo, isto é, encarando os outros como 'feios' ou 'estúpidos', e inferiores. Acusações de arrogância e insolência são freqüentemente feitas por outrem quando se referem ao indivíduo que manifesta o complexo de superioridade.



Comportamentos relacionados a este mecanismo podem incluir uma opinião exageradamente positiva do valor e capacidade próprias, expectativas exageradamente altas em objetivos e realizações pessoais e para outrem, vaidade, vestuário extravagante (com o intuito de atrair atenções), orgulho, sentimentalismo e exaltação afetada, convencimento, tendência para desacreditar opiniões alheias, esforços direcionados à dominação daqueles considerados mais fracos ou menos importantes, credulidade e outros."


Ademais, salienta-se sobre os verdadeiros riscos de se conviver com um fodão merda. Como a Maitê Proença comenta, no programa, ela teve um relacionamento de dois anos com um cara que se encaixava nesse perfil, e, por mais que ela gostasse dele, o término foi necessário para que ela pudesse voltar a ter um mínimo de amor próprio. O ex-namorado dela fazia tanta questão de inferiorizá-la a todo momento, que isso foi começando a afetar o modo como ela se enxergava. De fato, ela começou a acreditar na falsa superioridade imposta. E isso, queridos leitores e árduos críticos, é um grande perigo!

Por mais envolvido emocionalmente que alguém esteja não se é permitido aceitar calado os maus tratos psicológicos. Como diz o ditado popular, "quem cala, consente". Se você não se posicionar com um fodão merda, desmoronando sua pretensa superioridade assim que ela se instala você será tratado como um rato. E merecidamente! Quem aceita ser maltratado, infelizmente, merece ser maltratado. Sei que isso soa radical, mas é meu posicionamento. Tudo bem que existem casos e casos, mas o fato é que é imprescindível cortar o mal pela raíz, não deixando que ele prolifere e torne-se virulento!

A convivência contínua com um fodão merda implica nesse combate constante à sua mania de superioridade, caso contrário, você passará a validá-la cegamente. Isto é, passará a acreditar na superioridade intelectual do fodão em detrimento da sua. E isso, nada mais é do que burrice! Sério, parem para raciocinar comigo: se você escuta atentamente aos comentários pseudo-superiores de uma pessoa desse tipo, que fazem questão de menosprezá-lo incessantemente, e não se posiciona, meu querido, você é o mosquito que pousa no cocô do cavalo do bandido! Não merece respeito nenhum!



Desse modo, os fodões merda procuram vítimas assim para sua convivência. Podem notar, um fodão merda se relaciona SEMPRE com uma pessoa cocozenta. Ou a pessoa é mosca morta, daquelas que não abre a boca para falar o que pensa - porque, possivelmente, não pensa-, ou ela é infeliz mesmo, com uma auto-estima praticamente nula. É essa inferioridade por parte do parceiro que sustenta a superioridade do fodão, entendem?

Não obstante, ainda há uma possível solução para os que gostam de alguém presunçoso! Querido, quando ele começar a alfinetar seus gostos, suas opiniões e, até mesmo, seu modo de se vestir, simplesmente pelo fato de não serem iguais aos dele, FALE DE BOCA CHEIA: " Veja bem, meu bem, há tempos venho notando a maneira como você sustenta essa falsa noção de que você é melhor do que eu e do que o resto do mundo. Mas eu te conheço, sei que você usa isso como máscara para disfarçar o verdadeiro desprezo que você sente pela sua identidade. E que, eu passei a sentir também. Assim, proponho que você faça análise ou reflita sobre o quão patético isso soa, não para mim e para o resto do mundo, mas para você. Sério, você é uma piada. O respeito à diversidade, a tolerância e o bom-senso são características de pessoas verdadeiramente inteligentes, o que, de fato, não se encaixa a você...Então, se você quer tanto ser superior, comece a investir nisso, mas sem menosprezar os outros. Tudo bem?".

Sei que essa é uma resposta MUITO forte, possivelmente até prepotente, mas quando se trata de um fodão merda nível 5, acredito que seja a melhor solução. Portanto, querido leitor, ou corte o mal pela raíz, para não ter que fazer um discurso tão duro como esse, ou pule fora. Em suma, desejo que todos saibamos lidar com pessoas arrogantes, de modo que elas não tentem pisar em nós para serem "alguém" na vida. Unidos, colocaremos eles no seu devido lugar. Hahahaha ooooooooooou não.

Um beijo e um abraço, Isadora C.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dig it, babe.


"Por trás de um homem triste há sempre uma mulher feliz
E atrás dessa mulher mil homens, sempre tão gentis
Por isso para o seu bem
Ou tire ela da cabeça ou mereça a moça que você tem"


Deixe a menina, por Chico Buarque.